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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Mandy SeLLars {mosaicismo}
Postado por
WM
às
1/21/2013 01:57:00 PM
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
EUA viveram surto de gripe suína em 1976; vacina gerou mortes (Folha de SãoPaulo Online)
O medo da gripe suína, que afeta todo o mundo neste momento, foi sentido nos Estados Unidos há 33 anos. Em 1976, o então presidente Gerald R. Ford determinou a vacinação em massa da população como forma de evitar a doença, medida que resultou em um fim trágico: uma pessoa morreu pela gripe --e ao menos 25 por terem tomado a vacina.
Em fevereiro daquele ano, uma tropa de soldados de Nova Jersey ficou doente e um deles morreu. Análises de laboratório indicaram que a causa era um vírus influenza (que causa a gripe), porém de origem suína. Temendo uma nova onda de gripe como a espanhola --que havia matado milhões de pessoas no mundo entre 1918 e 1919-- Ford anunciou seu plano de vacinação.
Foram feitos anúncios na televisão pedindo que a população se vacinasse (veja vídeos). Segundo o jornal "Los Angeles Times", foram investidos quase US$ 140 milhões no programa e a vacinação começou em outubro daquele ano --cerca de 40 milhões de pessoas foram vacinadas.
Uma das causas do pânico foi o fato de, na época, a pandemia de gripe de 1918 ser creditada a um vírus com traços de origem suína. Entretanto, pesquisas posteriores mostraram que isso não era correto.
Ao contrário que se imaginava, o vírus não fez com que mais pessoas morressem. Logo surgiram relatos de que cerca de 500 pessoas que tomaram a vacina desenvolveram uma doença chamada síndrome de Guillain-Barré, que causa dores musculares, dificuldade respiratória e pode ser fatal --cerca de 25 delas morreram. Em contrapartida, apenas um dos mais de 200 infectados pela doença morreu. Em dezembro, o programa de vacinação foi suspenso.
"Nós não sabíamos com que tipo de vírus estávamos lidando naquele tempo. Ninguém sabia que teríamos a síndrome de Guillain-Barré. A vacina contra a gripe vinha sendo usada há muitos anos sem que nada acontecesse", afirmou David J. Sencer, então diretor do CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos), ao jornal de Los Angeles. Ele perdeu o emprego devido ao episódio.
Pessoas afetadas e seus parentes entraram com ações na Justiça contra o governo dos Estados Unidos. O episódio teve consequências políticas para Ford, que perdeu a disputa pela reeleição para o democrata Jimmy Carter.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u558040.shtml
creditos: "The New York Times" e "The Trentonian"
Em fevereiro daquele ano, uma tropa de soldados de Nova Jersey ficou doente e um deles morreu. Análises de laboratório indicaram que a causa era um vírus influenza (que causa a gripe), porém de origem suína. Temendo uma nova onda de gripe como a espanhola --que havia matado milhões de pessoas no mundo entre 1918 e 1919-- Ford anunciou seu plano de vacinação.
| 18.Out.74-AP | ||
| Gerald Ford determinou vacinação em massa em razão de foco de gripe suína |
Uma das causas do pânico foi o fato de, na época, a pandemia de gripe de 1918 ser creditada a um vírus com traços de origem suína. Entretanto, pesquisas posteriores mostraram que isso não era correto.
Ao contrário que se imaginava, o vírus não fez com que mais pessoas morressem. Logo surgiram relatos de que cerca de 500 pessoas que tomaram a vacina desenvolveram uma doença chamada síndrome de Guillain-Barré, que causa dores musculares, dificuldade respiratória e pode ser fatal --cerca de 25 delas morreram. Em contrapartida, apenas um dos mais de 200 infectados pela doença morreu. Em dezembro, o programa de vacinação foi suspenso.
"Nós não sabíamos com que tipo de vírus estávamos lidando naquele tempo. Ninguém sabia que teríamos a síndrome de Guillain-Barré. A vacina contra a gripe vinha sendo usada há muitos anos sem que nada acontecesse", afirmou David J. Sencer, então diretor do CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos), ao jornal de Los Angeles. Ele perdeu o emprego devido ao episódio.
Pessoas afetadas e seus parentes entraram com ações na Justiça contra o governo dos Estados Unidos. O episódio teve consequências políticas para Ford, que perdeu a disputa pela reeleição para o democrata Jimmy Carter.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u558040.shtml
creditos: "The New York Times" e "The Trentonian"
Síndrome da Guerra do Golfo -vacina Anthrax
Representação da ofensiva Operation Desert Storm, entre 24 e 28 de fevereiro de 1991, por nacionalidade (clique para ampliar)
Síndrome da Guerra do Golfo é uma doença que atinge veteranos da Guerra do Golfo, caracterizada por alguns sintomas como alterações no sistema imunitário e malformações congênitas. Nem sempre foi claro se estes sintomas estavam relacionados com os serviços prestados na guerra ou se a ocorrência de determinadas doenças é comparável a de populações comuns. Desconfia-se de que esta doença possa ter sido causada pela vacina contra Anthrax, que continha o adjuvante esqualeno.
Desde o final da Guerra do Golfo, o United States Veteran Administration e British Ministry of Defense têm realizado inúmeros estudos sobre os veteranos de guerra. Os últimos estudos têm determinado que, enquanto a saúde física dos veteranos implantados é semelhante ao de não-veteranos implantados, há um aumento de quatro das 12 condições médicas relatadas sobre a guerra (fibromialgia, síndrome de fadiga crónica, eczema, e dispepsia).[1] Também concluiu que, embora a mortalidade tenha sido significativamente maior em veteranos implantados, a maior parte do aumento foi devido a acidentes automobilísticos.
Sintomas
Os sintomas atribuídos a esta síndrome, incluem: fadiga crónica, perda de controle muscular, dores de cabeça, tonturas e perda de equilíbrio, problemas de memória, dores nas articulações e músculos, indigestão, problemas de pele, falta de ar, e até mesmo da resistência à insulina. Mortes por câncer cerebral, esclerose lateral amiotrófica (vulgarmente conhecida como doença de Lou Gehrig) e fibromialgia são agora reconhecidos pela Defesa dos Assuntos de Veteranos como potencialmente ligados ao serviço durante a Guerra do Golfo.[2]Cerca de 30 por cento dos 700 mil militares estadunidenses e mulheres presentes na guerra têm registro no banco de dados da Guerra do Golfo, criado pela American Legion. Alguns continuam sofrendo uma desconcertante variedade de sintomas.[3]As tabelas abaixo se aplicam somente a coligação forças envolvidas na guerra. Uma vez que cada nação e seus soldados geralmente servia em diferentes regiões geográficas, epidemiologistas estão utilizando estas estatísticas para correlacionar efeitos da exposição a diferentes causas suspeitas.
Estados Unidos e Reino Unido, com as maiores taxas da doença, se distinguem de outras nações com as maiores taxas de utilização de pesticidas, uso de vacinas contra antraz, e um pouco mais elevadas taxas de exposição ao fumo.[4] A França, possivelmente com as mais baixas taxas de doença, tinham menores taxas de utilização de pesticidas, e não havia uso de vacinas contra antraz.[5]
- Excesso de prevalência de sintomas gerais
[7]
Referências
- ↑ Annals of Internal Medicine. Gulf War Veterans' Health: Medical Evaluation of a U.S. Cohort. June 7, 2005
- ↑ First Gulf War still claims lives. Seattle Post-Intelligencer. 28 de maio de 2008
- ↑ (Associated Press, August 12, 2006, free archived copy at: http://www.commondreams.org/headlines06/0812-06.htm Acessado em 28 de maio de 2008)
- ↑ Research Advisory Committee on Gulf War Veterans’ Illnesses December 12-13, 2005 Committee Meeting Minutes (page 78)
- ↑ Research Advisory Committee on Gulf War Veterans’ Illnesses December 12-13, 2005 Committee Meeting Minutes (page 68)
- ↑ Research Advisory Committee on Gulf War Veterans’ Illnesses December 12-13, 2005 Committee Meeting Minutes (page 70)
- ↑ Research Advisory Committee on Gulf War Veterans’ Illnesses December 12-13, 2005 Committee Meeting Minutes (page 71)
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