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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

INHALE / tRáfico de ÓRGãOS

90 min
  -  
Direção:
Elenco: (Ines) (Henry White) (Paul Stanton) (Diane Stanton)mais
Países de Origem:
Estreia Mundial:
30 de Setembro de 2010






tRaiLer:


Mulroney é um promotor público cuja filha tem uma rara doença e necessita de um transplante de pulmão. Depois de descobrir que ela é uma das últimas em uma extensa lista de espera, decide ir ao México em busca de uma solução alternativa, mas sua natureza ética é posta à prova quando ele tem de escolher entre salvar centenas de crianças que estão sendo mortas para servirem como doadoras de órgãos ou salvar a vida da própria filha.



fiLme COMPLETO -PT/BR:






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sábado, 22 de setembro de 2012

faStWaLkerS ~ Eles estão entre NÓS!



















Um dos mais consagrados documentários dos últimos tempos. Fastwalker tem um conteúdo arrebatador, mostrando detalhes da presença alienígena na Terra poucas vezes expostos antes. O DVD recebeu premiações em vários países, dentro e fora dos meios ufológicos. Nos EUA, foi vencedor do Festival Anual de Vídeos Sobre UFOs, realizado durante o Congresso Mundial de Ufologia, após ser julgado pelos mais ativos pesquisadores da atualidade.Com a apresentação dos mais recentes casos ufológicos, alternados com análises feitas por experts de várias nações, Fastwalker oferece a prova definitiva de que aliens já estão entre nós. O DVD vai além das produções normais e apresenta detalhes da ?agenda extraterrestre? que nossos visitantes vêm executando na Terra há milênios. Dados inquestionáveis do documentário mostram que estamos numa fase avançada do acobertamento ufológico, porque as nações envolvidas com a política de sigilo aos UFOs estão cientes da iminência de um contato oficial com outras espécies ? e tentam impedir a todo custo que a humanidade saiba desta realidade.Fastwalker é também uma fonte incomparável de novas filmagens de UFOs sobrevoando sobre grandes cidades, aparentemente sem qualquer preocupação, por parte de seus tripulantes, em serem vistos. Personalidades da Ufologia Mundial são entrevistadas e falam abertamente sobre ETs em nosso planeta, como Jim Marrs, Robert Dean, Richard Boylan, Jaime Maussán e Richard Dolan. Veja declarações do monsenhor Corrado Balducci, exorcista da Igreja que foi autorizado pelo para João Paulo II. Um dos pontos altos de Fastwalker é a apresentação da nova tendência da Ufologia, a Exopolítica, que trata dos futuros relacionamentos que manteremos com outras espécies cósmicas. Os maiores ícones desta nova área estão no DVD, como Steven Greer, Steve Bassett, Michael Salla e Len Horowitz. Não perca este documentário monumental!Curiosidades: Alguns dos melhores momentos do documentário:* Os novos planos governamentais para impedir que a realidade ufológica venha a público, depois dos últimos casos globais.* Depoimentos de ex-militares e ex-agentes secretos norte-americanos, revelando fatos desconhecidos do público.* Novos fatos sobre abduções, relatados por especialistas com décadas de estudos, confirmam que os raptos por ETs são seculares.* A estratégia do governo dos Estados Unidos para o caso de uma eventual invasão de forças galácticas.* Filmagens inéditas e impressionantes de discos voadores em manobras sobre bases militares e grandes cidades de todo o mundo.



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quarta-feira, 11 de abril de 2012

O.N.U quer a Liberação da Pedofilia


ONU acelera a marcha rumo à plena legalização da pedofilia.




ESCRITO POR TIMOTHY HERRMANN | 06 ABRIL 2012 
A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças de dez anos.
Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Atualmente, o direito internacional não reconhece um “direito” à saúde sexual e reprodutiva e certamente não reconhece esse direito no caso de menores de idade. Mas no ano passado, Anand Grover, Inspetor Especial da ONU para Saúde, provocou polêmica significativa quando não só afirmou que existe um “direito” de saúde sexual e reprodutiva, mas tentou definir esse direito como incluindo acesso ao aborto, à contracepção e à educação sexual.
A associação desse direito com jovens, principalmente crianças, feita pelo secretário-geral e pela Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) é mais polêmica considerando que se pôde definir o direito como incluindo acesso ao aborto e à contracepção.
Organizações como a Planned Parenthood (Federação Internacional de Planejamento Familiar, conhecida pela sigla em inglês IPPF) e IPAS, defensoras ferrenhas dos direitos sexuais e reprodutivos de menores de idade internacionalmente e na ONU, já anunciaram relatórios oficiais à secretaria da conferência apoiando a linguagem de direitos que inclui contracepção e aborto. Eles estão também usando a conferência como uma oportunidade para atacar o envolvimento dos pais na saúde sexual de seus filhos.
Para organizações como a Planned Parenthood, os pais são os maiores obstáculos para que crianças menores de idade tenham acesso a serviços como aborto e contracepção, e eles esperam garantir a linguagem na conferência que marginalizará o papel dos pais.
Em sua declaração oficial, a IPPF declara: “As leis que restringem o acesso dos jovens aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive leis de consentimento dos pais ou do marido”, têm de ser removidas ou impedidas de serem aplicadas. A IPAS vai muito mais longe, argumentando que os jovens têm de ser considerados participantes independentes, livres de quaisquer obstáculos que ignorem sua própria “capacidade de fazer decisões informadas”. A principal meta deles nesta conferência será marginalizar o envolvimento dos pais e incentivar países que apóiam sua posição a aumentar a pressão para o tipo de linguagem que o secretário-geral já vem propondo.
Considerando que o documento a ser negociado na conferência exorta “os governos… a dar atenção total a atender às necessidades de educação, serviços e saúde reprodutiva dos jovens com total respeito pela privacidade e confidencialidade deles”, parece que os esforços deles podem já estar tendo um grande avanço inicial.
Os membros da Comissão começaram a negociar o documento agora e a sessão final de negociação ocorrerá em abril. A certeza é que estará entre as mais polêmicas, em anos.


Publicado no “Friday Fax” do C-FAM.
Tradução: Julio Severo


Olavo de Carvalho falando sobre esse assunto no webprogram True Outspeak  

do dia 4 de abril de 2012


creditos a  :

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

coletania OLAVO DE CARVALHO

A história dos planos de nova ordem mundial



Campanhas médicas são laboratório de 

engenharia social





O mito da indústria cultural como instrumento de 

manipulação capitalista




O culta à ignorância no Brasil






A hostilidade do brasileiro à verdade e o 

conhecimento





A alienação total do Brasil diante deste problema





A miséria intelectual no Brasil chegou a um nível 

patológico




Fujam do mundo melhor ! ! !







sábado, 22 de maio de 2010

Deus EX



Deus Ex (muitas vezes abreviado para DX) é um jogo de computador com tema de ficção científica que mescla elementos de tiro em primeira pessoa e RPG (Role Playing Game), desenvolvido pela Ion Storm, Inc. e distribuído pela Eidos Interactive. Liberado para vendas em Junho de 2000, recebeu posteriormente críticas quase sempre muito positivas nas análises de sites e revistas especializadas, tendo sido aclamado jogo do ano.

Introdução

Deus Ex é um jogo que mistura de Tiro em 1ª pessoa e RPG. Com uma história repleta de mistérios e conspirações, um cenário sombrio de um futuro perigoso e não muito distante, você encarna o agente especial J.C. Denton, que trabalha para a UNATCO, uma agência de combate ao terrorismo. Esse ainda é considerado um dos melhores jogos de Tiro em 1ª pessoa/RPG já criado, tendo uma continuação, chamada Deus Ex: Invisible War.

História

Em meio a este cenário desolador grupos terroristas começam a se espalhar pelo globo. Para combater estes grupos a ONU (Organização da Nações Unidas) cria uma unidade antiterrorista, a UNATCO (United Nations Anti-Terrorist Coalition - Coalizão Antiterrorista das Nações Unidas), você assume o papel de um agente especial desta organização, chamado J.C. Denton, um homem em meio repleto de mentiras, morte e conspirações.
O jogo conta com uma história envolvente, um cenário cyberpunk bem elaborado e uma jogabilidade atraente, componentes que lhe renderam vários prêmios.
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Em 2000, Deus Ex fez um sucesso considerável quando foi lançado para os computadores. Para a felicidade dos usuários do PlayStation 2, foi lançada uma versão do game com o nome de Deus Ex: The Conspiracy. Promissor, o jogo começou a causar estrago alguns meses antes de seu lançamento no console da Sony.

Com isso, o Baixaki Jogos teve que conferir o resultado. E, após os testes realizados, é possível afirmar que o game é satisfatório. Só que há uma advertência a ser feita: se você puder, jogue Deus Ex, mas apenas com muito tempo de sobra. Pois o jogo é extremamente amplo, visto que integra fortes elementos do gênero RPG à sua base FPS.

Inimigos de peso

Do princípio ao fim (e até mesmo no modo de treinamento), o jogador tem a chance de perceber que a superação dos obstáculos não é feita apenas com o uso das diferentes armas. Há quem diga que Deus Ex pode ser finalizado sem a utilização de quaisquer armas de fogo. Discrição, tranquilizantes e atenção concentrada são tudo o que o gamer precisa para cumprir as missões.

A serviço das Nações Unidas

Logo no início, o jogador percebe que a ambientação central de Deus Ex nada mais é que "uma América do Norte do futuro". A maioria da população foi afetada pela pobreza e, consequentemente, por uma infinidade de doenças. Obviamente, uma minoria prevalece com riqueza, vacinas e tudo o mais.

O personagem principal do game é J.C. Denton, um agente iniciante da UNATCO (Coalizão Antiterrorista das Nações Unidas). Recentemente, você foi designado para cumprir missões antiterroristas através da NSF (National Secessionist Force, ou Força Separatista Nacional). Desde o princípio da trama, é interessante que o gamer tente ler todos os documentos e diálogos que aparecem.

Para gerar um maior impacto na ambientação do game, os desenvolvedores resolveram deixar os cenários bastante reais através de uma série de itens, como revistas, jornais, placas e terminais eletrônicos. É claro que sempre é possível "passar reto" e ignorar tudo isso, mas, tendo em vista que a experiência com Deus Ex é longa e intensa, por que não gastar um pouco de tempo com essas informações adicionais?

Como de praxe, há missões primárias e secundárias. O pessoal da Ion Storm tentou fazer com que os gamers ficassem intimamente relacionados com a história, tanto que, dependendo das decisões tomadas pelo jogador, caminhos diferentes poderão ser percorridos durante a trama. Códigos secretos e informações sigilosas — através de objetos ou pessoas — formam um bom atrativo.

Único no gêneroVocê é bom em eletrônica?

Longe de ser um FPS tradicional, Deus Ex exige bastante atenção e discrição dos gamers. Ao invés de empunhar uma arma principal, uma pistola e algumas granadas, Denton é capaz de carregar um vasto conjunto de itens. Exemplos? Rifle de franco-atirador, pistola, besta com flechas normais ou tranquilizantes, cigarros, bebidas, "lockpicks" (pequenos instrumentos para arrombar fechaduras), comida a base de soja...

É praticamente um RPG em perspectiva de primeira pessoa, tamanha a quantidade de ações. Há a possibilidade de revistar corpos de inimigos mortos, utilizar kits médicos para regenerar energia, nocautear oponentes com uma série de armas brancas (pé-de-cabra, faca e bastão policial são algumas delas), dentre outras opções.

Além disso, o jogador tem a possibilidade de melhorar as habilidades de Denton assim que avança na trama de Deus Ex. As armas também recebem avanços tecnológicos e até mesmo Denton é aprimorado com as chamadas Augmentations.

É claro que tais melhorias dependem exclusivamente do perfil que o jogador quer assumir ao longo da ação. Há quem goste de se transformar em um expert em arrombar portas e "hackear" computadores, enquanto outros podem preferir a melhoria nas habilidades com armas de fogo. Isso é um dos pontos divertidos em Deus Ex: flexibilidade.

Um pacote completo

Felizmente, o game conta com uma boa interface geral. Tanto o menu principal quanto as telas de opções relativas a itens são satisfatórias. De forma prática (e um tanto complexa, diga-se de passagem), as diferentes armas são trocadas, os itens são utilizados e o personagem se movimenta pelos cenários. Não há muita dificuldade em aprender os comandos do jogo, por mais que eles fujam um pouco do conjunto tradicional de controles.

Em qualquer um dos vendedores ambulantes, o gamer tem a chance de adquirir novos itens. Além disso, os recipientes mais frágeis, como caixas de madeira, podem ser quebrados para a coleta de acessórios escondidos. Nada melhor que vasculhar os cenários e eliminar os inimigos para ampliar o inventário.

Para inimigos grandes, armas grandes Agora, não há muito o que elogiar no combate em si. Atirar é algo que exige a perseverança dos jogadores, pois o esquema de mira não é nada prático no momento em que Denton precisa rapidamente executar inimigos que detectaram o personagem. É melhor investir na discrição e tentar evitar os tiroteios do que mergulhar diretamente na pancadaria e arriscar morrer por qualquer devaneio.

A inteligência artificial também não é um quesito que conta a favor de Deus Ex. Em qualquer um dos níveis de dificuldade, a movimentação e a reação dos mais diferentes oponentes não são muito realistas. Os inimigos realizam patrulhas previsíveis, agem precipitadamente na hora do perigo e, algumas vezes, ignoram completamente a ameaça propiciada pelo agente da UNATCO.

Sem destaques nos recursos técnicos

Deus Ex: The Conspiracy possui uma ambientação interessante, só que os gráficos não foram polidos devidamente. Muitas texturas são simplesmente deploráveis e as modelagens apresentam sérios problemas visuais. Apesar de conter certas animações interessantes, o FPS distribuído pela Eidos Interactive deixa a desejar nesse ponto.

E, embora o jogo rode perfeitamente bem na maior parte do tempo, há fortes quedas na taxa de quadros por segundo ("frames per second") quando há muita ação na tela. Se os desenvolvedores tivessem gasto um pouco mais de tempo para refinar o visual do game, Deus Ex poderia ser um dos melhores games para PlayStation 2.

Uma boa interface

Sonoramente, o título é razoável. Embora deixe de apresentar trilhas sonoras magníficas, é difícil reclamar da qualidade sonora em geral. Os sons são convincentes e a ambientação musical é satisfatória. Um dos destaques dos recursos sonoros é a troca de diálogos. Ao invés de ficar lendo grandes quantidades de palavras (como ocorre em muitos RPGs), é possível escutar conversas de boa qualidade em inglês.

Embora não conte com um modo multiplayer, Deus Ex: The Conspiracy é um ótimo jogo para quem tem muito tempo sobrando e gosta de ficção científica, ainda mais com base em cenários da vida real. No quesito FPS, o game não preenche todas as necessidades dos jogadores, mas conta com uma série de detalhes que podem facilmente esconder as falhas do jogo.
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Decisões. A vida está cheia delas, e para cada porta aberta, outras tantas são fechadas. Quem joga videogames raramente tem a oportunidade de experimentar essa sensação no mundo virtual: a maioria dos games força as pessoas por um corredor estreito, quando muito oferecendo duas portas claramente marcadas. "Deus Ex", o ambicioso RPG de ação de Warren Spector ("System Shock"), jogou essa mecânica pela janela em 2000. Agora, a continuação tenta se aproveitar de três anos de avanços técnicos para oferecer um mundo ainda mais complexo.

Para quem não jogou o primeiro game, "Deus Ex" colocava jogadores no papel de um agente cibernético, J.C. Denton (as iniciais não são coincidência), descobrindo enormes conspirações e tendo de tomar uma grande decisão que afetaria o futuro do planeta. Apesar de oferecer finais bastante diferentes (sem economizar nas catástrofes), a continuação - ambientada 20 anos depois - tenta manter suas opções abertas: algumas telas de loading explicam um pouco de Denton e do grande Colapso. O mundo está tentando se reconstruir, mas diferentes facções religiosas e comerciais não interrompem suas tentativas de dominar tudo e destruir umas às outras.

Escolha seu herói (ou heroína)

Jogadores controlam Alex D., que pode ser tanto um homem como uma mulher, durante seu treinamento como agente especial na academia Tarsus. Depois de ataques que destroem a cidade de Chicago e um atentado de um grupo religioso à sede de Seattle, Alex começa a desconfiar de tudo e todos. Fugindo do prédio, suas habilidades especiais (devidas em grande parte à adição de implantes cibernéticos escolhidos pelo jogador) atraem o interesse de diferentes grupos que lutam para tê-la como mercenária.

Assim é apresentado o aspecto mais importante de "Invisible War": não espere ter a opção de escolher entre Bem e Mal... quase todas as facções ou indivíduos que oferecem missões têm intenções próprias e pouco claras. Em meio a tantas conspirações, jogadores são forçados a escolher aliados mais por intuição ou gosto do que por razões morais. Apesar de ser possível tentar agradar a todos no começo (algo importante para juntar recursos), aos poucos as missões começam a se tornar exclusivas: um grupo pede para você proteger algo que o outro quer destruído.

Escolha seu caminho

O grande leque de opções é abençoado por outro aspecto do design do jogo: quase todas as missões podem ser resolvidas de dezenas de maneiras diferentes. Apesar de abandonar o sistema de habilidades individuais de "Deus Ex", "Invisible War" ainda conta com os poderes cibernéticos conferidos por nano-máquinas. Na hora de limpar um armazém poluído com lixo tóxico, o jogador com resistência biológica pode simplesmente atravessar a sala sem preocupação e ativar o ventilador. Um hacker pode controlar um robô e usá-lo para o serviço. Um personagem mais voltado para ação poderia correr pelo corredor de acesso (lutando com um robô de segurança no caminho), passar pela sala infectada o mais rapidamente possível, levantar uma caixa pesada que está no caminho e arrancar o código de um funcionário preso do outro lado. Os mais observadores podem encontrar um duto de ventilação escondido atrás de um engradado... em suma, cada problema parece ter infinitas soluções. Pensamento criativo e uso das habilidades é recompensado a cada segundo, e a estrutura aberta do jogo permite que os poderes sejam usados até fora das missões: alguém com link cibernético poderia possuir uma metralhadora de segurança de um caixa eletrônico e explodir um cofre próximo para conseguir uma grana extra, por exemplo.

"Invisible War" é um dos jogos mais abertos desde "Ultima VII", só que totalmente 3D. O mecanismo utilizado tenta reproduzir um sistema físico realista, sem muito sucesso. Quase todos os objetos podem ser manipulados, mas muitas vezes reagem de maneira um tanto duvidosa. Esse tipo de defeito não seria tão perceptível se o game não tivesse criado um mundo tão profundo para se mergulhar - tornando suas falhas ainda mais óbvias. Da mesma forma, a existência de vários itens úteis espalhados pelos cantos (e até em baús trancados em locais bizarros como becos sem saída) é vital para manter o ritmo do game, mas acaba com a suspensão de descrença.

Não escolha os defeitos

No departamento técnico, o jogo tem um visual bem acabado. Os ambientes apresentam uma lógica realista e são todos bem sinalizados (para não deixar o jogador perdido e louco), e tanto a música quanto a dublagem são excelentes. A interface foi bastante simplificada em relação ao original, mas a lógica de colocar indicadores em um círculo dificulta na hora de acessar rapidamente uma informação importante como energia. Mas os dois piores defeitos são uma performance ruim do jogo - que engasga na taxa de quadros, e na animação dos personagens. Nas partes de ação, é fácil ignorar os problemas. Mas durante conversas, todos os modelos parecem ter olhos exageradamente arregalados e corpos tensos - os braços afastados do peito os fazem parecer espantalhos, principalmente as mulheres.

O jogo oferece muitos motivos para ser jogado repetidamente. Além de poder testar outros poderes, outras soluções e outras alianças, o game tem finais diferentes dependendo das decisões tomadas nas suas últimas horas. A aventura em si dura boas 15 horas, menos que um RPG tradicional, mas o suficiente para explicar a história sem enrolar demais ou entediar por repetição da ação.

Quem procura um RPG tradicional ou um jogo de tiro em "Invisible War" vai ficar decepcionado. Mas quem sente que os games tradicionais são claustrofóbicos por exigir que você siga um caminho predestinado, assim como os fãs de tramas de conspiração, não podem perder essa chance de lutar pelo futuro (ou o fim) da Humanidade.
 
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Deus Ex: Human Revolution Trailer - GDC 2010 


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Deus Ex: Human Revolution Trailer Analysis

creditos:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus_Ex
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metalnecromancer
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http://www.baixakijogos.com.br/ps2/deus-ex/analise
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http://jogos.uol.com.br/analises/pc/ult398u145.jhtm
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IGNentertainment

terça-feira, 18 de maio de 2010

E quando a água acabar?


Aproximadamente 65% da massa de um corpo humano é constituída de água. Você já imaginou o que seria de nós sem ela? Segundo o relatório da ONU, em 20 anos mais de 60% da população mundial sofrerá com a escassez de água. Também segundo a ONU, na atualidade, mais de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso a água tratada e mais de 1,7 bilhão não dispõe de esgoto. Esses números incluem o Brasil.

Porém, quando dizemos que a água vai acabar não queremos que se entenda no sentido literal da palavra. A água tratada vai acabar para muitos sim, e alguns dos motivos são: má distribuição de toda água doce no mundo (como aquíferos, por exemplo), crescimento populacional acelerado e falta de criação de reservatórios (que por sinal prejudicam e muito o meio ambiente), poluição que torna a grande parte da água doce simplesmente inutilizável, custo inacessível de água purificada por processos como a dessalinização, e etc.

Muitas ações são necessárias, políticas, sociais e pessoais, estamos aqui para isso! Seja bem vindo!

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moderadores:

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