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segunda-feira, 3 de março de 2014

a TecnoLogia usada para o MAL


Um pequeno filme de 1h e 30m falando sobre a quebra de sigilo pessoal das pessoas de bem nas seguintes questões:
-Sistema de vigilancia.
-RIFD.
-Chips.
-Comercio de informações Pessoais.
-Governo TOTALitario.
-Comunismo & Socialismo.





fonte:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Polônia assina o A.C.T.A

Após dias de protestos e ataques de hackers, Polônia assinou o controverso tratado ACTA proteção de direitos autorais. Adversários da técnica consideram um ataque à liberdade online, uma vez que exige que os provedores de serviços de Internet a atividade do usuário polícia.

Ambasador de Varsóvia para Tóquio Jadwiga Rodowicz-Czechowska assinaram o Acordo de Comércio Anti-Contrafacção no Japão na terça-feira. O tratado tem como objetivo harmonizar as normas de proteção internacional de direitos autorais em um número de indústrias de produtos farmacêuticos à moda.

O acordo agora tem de ser ratificado pelo parlamento, que é pouco provável que se opõem a ela, os relatórios de RT Aleksey Yaroshevsky.

A notícia veio em meio a protestos em massa na Polônia, onde dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas, enquanto muitos outros se juntou a ação on-line contra ACTA. Cerca de 15.000 ativistas marcharam em Cracóvia, Wroclaw, em 5000, e vários milhares em outras cidades polonesas.

Uma série de sites, incluindo o de primeiro-ministro Donald Tusk foram atacados por hackers exigindo que o país boicotar o tratado. Este, porém, não impediu as autoridades de prosseguir com seu plano.

O acordo, que já foi assinado por os EUA, Austrália, Canadá, Japão, Marrocos, Nova Zelândia, Cingapura e Coréia do Sul, tem sido criticado por grupos de direitos humanos para o sigilo, no qual ele foi desenvolvido, eo potencial para abusar dela poses.

O negócio tem sido comparado aos projetos de lei SOPA / PIPA, que atraiu a oposição em todo o mundo e uma greve internet, uma vez que o perigo se tornou colocados amplamente divulgadas. É o caso da ACTA, o público permaneceu na maior parte inconsciente de sua natureza, antes que o grupo Anonymous hacktivist espalhar a mensagem.

O grupo Anonymous enviou uma severa advertência, dizendo que tem informações muito sensíveis sobre as autoridades polacas e vai publicá-lo, a menos que o Parlamento decida votar contra ACTA.

"O governo polonês -.. Somos mais poderosos do que você Temos um monte de seus arquivos e informações pessoais Nós avisá-lo para ter cuidado", disse o comunicado publicado no pastebin.com diz.

Sob ACTA, provedores de internet são praticamente obrigados a monitorar todas as atividades do usuário para possíveis violações de direitos autorais. Ele também oferece aos proprietários de marcas comerciais e agentes da autoridade grande lei de violar a privacidade ao investigar suspeitas de infracção.

Além de afetar o uso da internet, o acordo coloca grandes restrições em outras áreas envolvendo patentes, como a produção de medicamentos genéricos.

Rick Falkvinge, fundador do Partido Pirata sueco, disse que a RT ACTA proteção de direitos autorais tratado é um "excelente exemplo de abuso de poder por parte da indústria corporativa."

"Esta legislação sobre a colocação de pessoas na cadeia foi negociado por empresas e os legisladores só tenho ele em seu colo", explicou. "Não é assim que uma sociedade democrática deve funcionar, bem, independentemente do que diz esta lei."

Falkvinge acredita que os ativistas podem influenciar legislação, e que o movimento contra a SOPA e PIPA em os EUA mais uma vez provou isso.

"Milhões de pessoas, literalmente, milhões contactado Congresso e disse: 'nós não queremos isso, não é isso que nós defendemos", disse ele. "O Congresso ouviu e percebeu que se eles seguirem as corporações em vez de os eleitores, em seguida, eles vão perder seus empregos. E é isso que mudanças de política no final. " 




creditos a :

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

MegaUpload Atacado pelos EUA



"Governo dos EUA fecha Megaupload e prende seu fundador"






Site é um dos maiores que possibilitam compartilhamento de arquivos.
Prisão acontece um dia depois de protestos contra o SOPA e o PIPA.





Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar nesta quinta-feira (19). O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que Kim Dotcom --fundador do site, também conhecido como Kim Schmitz—e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo volume grande de download que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.
A companhia, baseada em Hong Kong, listava Swizz Beatz, um músico, como seu CEO. Antes de o site ser tirado do ar, foi publicado um comunicado dizendo que as acusações de que ele possibilitava infração de leis de direitos autorais eram “extremamente exageradas”.
“A maioria do tráfego de dados feito pelo Megaupload é legítimo e estamos aqui para ficar. Se a indústria de conteúdo quiser tirar vantagem da nossa popularidade, estamos felizes em abrir um diálogo. Temos boas ideias, entrem em contato” dizia o comunicado.



Trecho do vídeo institucional do Megaupload que
trazia estrelas da música dizendo que usavam o
site (Foto: Reprodução)



O Megaupload é um site por meio do qual os usuários podem fazer o upload e a transferência de arquivos que são grandes demais para serem enviados por e-mail. Endereços do tipo têm uso legítimo de diversos usuários, mas associações representantes dos detentores dos direitos autorais estimam que a maioria do conteúdo enviado com a ajuda do site seja ilegal.



creditos:

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Wikileaks divulga aquilo que MUTOS ja estão cansados de saber!

"Wikileaks: governos fazem espionagem em massa de celulares e computadores"



O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.
“Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.
 
Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados


Esse vazamento foi chamado de projeto Spy Files (arquivos espiões) e, segundo o Wikileaks, mais informações serão publicadas sobre esse tipo de espionagem ainda nesta semana e também no próximo ano. O projeto fala ainda sobre a existência de muitas empresas que vendem equipamentos de espionagem em massa para agências de inteligência.




“Nos últimos dez anos, sistemas para espionagem indiscriminada em massa tornaram-se a regra. Empresas de inteligência como a VasTech vendem secretamente equipamentos que registram de forma permanente chamadas telefônicas de nações inteiras. Outras gravam a localização de cada telefone celular em uma cidade (...). Sistemas para infectar cada usuário do Facebook ou de smartphone de um grupo inteiro de pessoas estão no mercado de inteligência”, diz o documento do Wikileaks.
 
Brasil

O UOL Tecnologia entrou em contato com a Suntech, única empresa brasileira listada pelo site, que negou fazer interceptação de dados em massa – algo ilegal no país. Em seu site, a companhia baseada em Florianópolis define ser uma “empresa global que fornece inteligência em comunicações e soluções líderes de mercado para interceptação legal, retenção de dados e gerenciamento de rede para importantes fornecedores de serviços de comunicação e governos”.

Segundo a equipe de marketing da Suntech, só são interceptados dados de indivíduos mediante autorização judicial e isso nunca é feito em massa. A empresa brasileira acredita ter parado na lista porque – assim como as outras companhias que aparecem no mapa divulgado pelo Wikileaks – participa regularmente de um evento do setor chamado ISS (Intelligent Support Systems).



"Ditadores"

Para exemplificar como esse mercado funciona, o documento afirma que quartos com equipamentos de escuta foram encontrados neste ano, quando os ditadores do Egito e Líbia caíram – esses sistemas seriam responsáveis por monitorar os cidadãos no telefone e também na internet.
Outras companhias internacionais são citadas como desenvolvedoras de softwares que se instalam em computadores e smartphones (iPhones, Blackberries e modelos com plataformas Android) para registrar todo tipo de uso desses dispositivos, movimentos feitos por seus usuários e até mesmo os sons nos ambientes onde os aparelhos se encontram. 
 
 
creditos:

quinta-feira, 28 de julho de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

EUA: imigrantes são usados para justificar um Estado policial

Em nosso artigo 'Elementos para discussão da conjuntura" , de 2002, afirmamos que "Os ataques ao Pentágono e às torres gêmeas só deram o álibi para que os EUA, principalmente, e demais países imperialistas, acelerassem o estabelecimento de um Estado policial fascista expresso na célebre declaração de Bush à moda de Hitler: “Quem não está conosco está contra nós”. Estado policial fascista, instrumento necessário para garantir o aumento da exploração sobre os povos dos países dominados, sobre sua própria classe operária e trabalhadores de todo o mundo." Este processo de "fascistização" está em andamento. Nas palavras de Peter Phillips, no artigo que reproduzimos abaixo, as "(...) alterações recentes na lei norte-americana tornam a realidade de um Estado policial completo nos Estados Unidos incrivelmente mais próxima."





Ameaças de terrorismo e doze milhões de imigrantes “ilegais” estão sendo usados para justificar novas medidas típicas de um Estado policial nos Estados Unidos. Detenções em massa coordenadas, dirigíveis espiões ‘big brother’, centros de detenção expandidos, suspensão do Ato de Posse Comitatus [1] e suspensão do habeas corpus são medidas implementadas recentemente e que estão prontas para serem usadas contra qualquer pessoa nos EUA.




O Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA) inundou o México com produtos agrícolas baratos, subsidiados, dos EUA, que arruinaram milhões de produtores rurais mexicanos. Entre 2000 e 2005, o México perdeu 900.000 empregos rurais e 700.000 empregos industriais, resultando num profundo desemprego por todo o país. A pobreza extrema empurrou milhões de trabalhadores mexicanos para o norte, para alimentar suas famílias.



Como efeito do 11 de setembro, o ICE (Immigration Customs Enforcement) tem realizado invasões em locais de trabalho e residências por todo o país na tentativa de capturar imigrantes “ilegais”. O ICE justifica estas diligências com o argumento de manter a segurança de nossa pátria e prevenir o terrorismo. No entanto, o objetivo real destas ações é intimidar a força de trabalho imigrante nos EUA e enquadrá-la num programa não sindicalizado e fortemente regulado de trabalhadores-convidados [N.T. projeto de lei Kennedy-McCain]. Esta política é endossada pelas companhias na busca de trabalhadores permanentes com baixos salários, através de um grupo lobista chamado Essential Worker Immigrations Coalition (EWIC). Os cinqüenta e dois membros deste lobby incluem a Câmara de Comércio dos EUA, Wal-Mart, Marriott, Tyson Foods, American Meat Institute, California Landscape Contractors Association, e a Association of Builders and Contractors.



Um novo programa, estabelecido pelo Departamento de Justiça em cooperação com o Departamento de Segurança Interna (Homeland Security), usa o codinome de Operação Falcon (Federal and Local Cops Organized Nationally). A Operação Falcon empreendeu três detenções em massa, sem precedentes e coordenadas nacionalmente, entre abril de 2005 e outubro de 2006. Mais de 30.000 fugitivos, incluindo imigrantes, foram detidos no maior “arrastão” (dragnet) da história dos EUA. As operações envolveram diretamente mais de 960 agências incluindo o FBI, ICE, IRS, Segurança Interna e outras agências de vigilância federais, estaduais e locais.



Para acomodar as dezenas de milhares de detentos, o Departamento de Segurança Interna, em 2005, celebrou com a Halliburton (N.T. através de sua subsidiária Kellogg, Brown & Root, da qual o vice-presidente Dick Cheney foi diretor) um contrato de contingência de US$385 milhões, para a construção de campos de detenção nos Estados Unidos. De acordo com o site da Halliburton, “O contrato prevê o estabelecimento de unidades de detenção temporária e processamento e a ampliação das operações de detenção e remoção já existentes, realizadas pela ICE (Immigration Customs Enforcement) – na eventualidade de um influxo emergencial de imigrantes para os EUA, ou para apoiar o rápido desenvolvimento de novos programas.”



Outros novos programas do Estado policial incluem um contrato entre o governo dos EUA e a Lockheed-Martin [N.T. uma das maiores companhias norte-americanas de armamentos] para planejar e construir enormes aeronaves não-tripuladas, com dezessete vezes o tamanho do dirigível da Goodyear, equipado com câmeras de alta resolução para espionar a fronteira com o México. As aeronaves são projetadas para flutuarem a 19 mil metros do solo, longe dos aviões e dos sistemas meteorológicos. A câmera de alta resolução irá espionar num círculo de 1000 quilômetros de diâmetro e pode ser enviada para espionar qualquer região dos EUA.



Os programas descritos acima, combinados com duas alterações recentes na lei norte-americana tornam a realidade de um Estado policial completo nos Estados Unidos incrivelmente mais próxima. O Ato das Comissões Militares, assinado em outubro de 2006, suspende o direito de habeas corpus para qualquer pessoa acusada como combatente inimigo pelo Presidente. Pessoas acusadas desta forma podem ser aprisionadas indefinidamente sem direito a advogado ou a julgamento. E o Ato de Autorização de Defesa (Defense Authorization Act) de 2007 permite ao Presidente estacionar tropas em qualquer lugar dos EUA e assumir o controle das unidades da Guarda Nacional do estado sem o consentimento do governador ou das autoridades locais. Ao revisar o bicentenário Ato de Insurreição, a lei na verdade suspende o Ato de Posse Comitatus e dá ao governo dos EUA a autoridade legal para enviar os militares às ruas de qualquer lugar nos Estados Unidos.



Ameaças de terrorismo e imigrantes ilegais estão sendo usados para justificar a implementação de programas do Estado policial. Mas uma vez iniciada, a vigilância pode ser rapidamente dirigida a qualquer grupo de pessoas nos EUA e todos estaremos em perigo. (grifo nosso) Detenções em massa, o ‘big brother’ no céu, e a perda dos direitos civis para todos não podem ser bons sinais para aqueles que acreditamos na democracia, na livre expressão, e no direito de criticamente desafiar nosso governo sem medo de represálias.



por: Prof. Peter Phillips
(Peter Phillips é professor de sociologia na Sonoma State University e Diretor do Project Censored, uma organização de pesquisa de imprensa. Ele é co-editor com Dennis Loo de Impeach the President: The Case Against Bush and Cheney, Seven Stories Press, 2006)
 
 
Notas:

"O Ato de 1878, onde se lê, “Qualquer um, exceto nos casos e sob as circunstâncias expressamente autorizadas pela Constituição ou Ato do Congresso, que utilize intencionalmente qualquer parte do Exército ou da Força Aérea como posse comitatus ou de outra forma para cumprir as leis deve ser exonerado de seu posto ou preso por não mais de dois anos, ou ambos,” é o único estatuto criminal dos EUA que põe fora-da-lei operações militares dirigidas contra o povo norte-americano sob o manto do ‘cumprimento da lei’. Como tal, ele tem sido nossa melhor proteção contra as intenções de usurpação do poder de um (poder) executivo inescrupuloso e negligente, um executivo que planeja usar a força para cumprir suas ordens." (http://www.cecac.org.br/MATERIAS/Bush_lei_marcial_EUA_07.htm)
O original encontra-se em
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=viewArticle&code=PHI20070501&articleId=5470
Traduzido para o CeCAC por M.H.
Esta página encontra-se em http://www.cecac.org.br/


creditos: CeCAC.org

terça-feira, 18 de maio de 2010

E quando a água acabar?


Aproximadamente 65% da massa de um corpo humano é constituída de água. Você já imaginou o que seria de nós sem ela? Segundo o relatório da ONU, em 20 anos mais de 60% da população mundial sofrerá com a escassez de água. Também segundo a ONU, na atualidade, mais de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso a água tratada e mais de 1,7 bilhão não dispõe de esgoto. Esses números incluem o Brasil.

Porém, quando dizemos que a água vai acabar não queremos que se entenda no sentido literal da palavra. A água tratada vai acabar para muitos sim, e alguns dos motivos são: má distribuição de toda água doce no mundo (como aquíferos, por exemplo), crescimento populacional acelerado e falta de criação de reservatórios (que por sinal prejudicam e muito o meio ambiente), poluição que torna a grande parte da água doce simplesmente inutilizável, custo inacessível de água purificada por processos como a dessalinização, e etc.

Muitas ações são necessárias, políticas, sociais e pessoais, estamos aqui para isso! Seja bem vindo!

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