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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Lenda do Boneco fofãO





Que os bonecos do Fofão vinham com uma faca dentro deles todo mundo já sabe, o que poucos sabem é o motivo disso. 
Muitos diziam que os bonecos incentivavam o assassinato e que esse incentivo vinha de mensagens subliminares escondidas nas músicas do personagem, outros apontavam motivos ainda mais mirabolantes e místicos, mas nada disso era verdade. Em sua maioria, esses boatos foram divulgados pela equipe por trás de uma apresentadora infantil que concorria com o programa do Fofão.

O que poucos sabiam, até agora, era que Fofão era algo mais do que um simples apresentador de programa infantil, Fofão era um Cérbero, um cão de guarda do Inferno.

Praticamente ninguém percebeu isso porque suas duas cabeças sobressalentes ficavam disfarçadas, como se fossem bochechas, mas apesar do título ele não veio com a missão de assolar a Humanidade, muito pelo contrário, ele veio protegê-la. 

Como Cérbero, sua função é guardar as portas do Inferno para que as almas condenadas não saiam de lá. Mas às vezes um espírito conseguia furar a guarda e vinha assombrar o mundo dos vivos, porém elas sempre foram recuperadas. Até que uma conseguiu fugir e permanecer assolando a Humanidade por tempo indeterminado.

A Loira do Banheiro com ajuda de uma poderosa Necromante conseguiu escapar de seu cárcere e passou a vitimar centenas de pessoas.

Incumbido de recuperar essa alma pessoalmente o Cérbero veio a Terra buscar a entidade fugitiva. Sabendo que ela havia atacado a população através de seu ponto mais fraco, as crianças, o Cão decidiu combater fogo com fogo e assumiu o pseudônimo de Fofão, iniciando sua empreitada na tentativa de adentrar todos os lares e assim aumentar sua área de cobertura, já que eram nas casas que a Loira do Banheiro mais costumava aparecer. 

Para isso o Fofão mandou que confeccionassem bonecos vodus que eram sua imagem e semelhança, e em cada boneco deveria haver um Kris, um punhal que era usado para aprisionar a alma dos sacrifícios nos antigos rituais pagãos da Indonésia.


O Kris tem propriedades místicas, ele pode não só armazenar espíritos como também serve de link sobrenatural, como se fosse um portal que leva os espíritos de um Kris a outro; desde que se soubesse usá-lo, é claro.

Com a popularidade de Fofão entre as crianças não foi difícil ter um desses bonecos dentro de cada casa onde houvesse uma criança, o Cérbero assim pôde armar uma emboscada. Recapturar a Loira do Banheiro agora seria apenas uma questão de tempo.

Mas de alguma forma, talvez por obra da Necromante que trouxera a Loira, as pessoas ficaram sabendo da existência desse punhal dentro dos bonecos, porém de uma forma completamente distorcida.

Amedrontados com as mentiras espalhadas, as pessoas começaram a destruir os bonecos do Fofão aos montes em busca do Kris, que para os leigos eram apenas facas, e a se livrar deles, deixando assim o mundo vulnerável às ações malignas da Loira do Banheiro.







Porém o Cérbero ainda não se foi e isso me faz crer que ainda existam bonecos do Fofão intocados em algum lugar. Por isso peço que repassem esta mensagem para todos os seus contatos antes que todos os Fofões sejam efetivamente desarmados de seu punhal e o mundo fique à mercê da Loira e de sua Necromante.





Opinião do POSTADOR do acemprol :

O Fofão, personagem do programa Balão Mágico era um sucesso só, tanto que ganhou uma linha de biscoitos (o clássico Lanche do Fofão - que era um wafer tamanho gigante, que as mães adoravam botar em nossas lancheiras), bombons (o Bombom do Fofão era a coisa mais murcha de que se tem notícia) e bonecos. Porém, o boneco, desde o seu lançamento, é acompanhado de uma lenda macabra. Reza a lenda, que todos os bonecos tinham, entre o pescoço e a cabeça do boneco, uma espécie de punhal. E pra completar, a população insuflava a lenda, dizendo que tinham mesmo encontrado o tal punhal - eu tive o boneco do Fofão, e dentro do meu não tinha absolutamente nada.
A lenda dizia que o ator Orival Pessini (que depois do Balão Mágico, se consagrou com o maluco-beleza Patropi) tinha feito um pacto com o diabo para decolar na carreira artística e que por conta disso, tinha dado um jeito que os bonecos de seu personagem tivessem dentro de si a tal arma-branca. Outra versão da lenda dizia que os fabricantes eram servos do demônio, e por isso colocavam o punhal dentro do boneco e que todos que tivessem o brinquedo deveriam jogá-lo no lixo imediatamente.
O meu boneco não tinha nada, mas, muita gente jura que encontrou o dito-cujo dentro dos seus. O que eu sei é que essa lenda fez com que o boneco vendesse a rodo, pra galera conferir se era satanismo ou não. Isso é que eu chamo de golpe de marketing (e de mestre!)


video FAQ do ator Orival Pessini no programa AGORA É TARDE da BAND Publicado em 03/07/2013

programa completo:


Fofão e Patropi no programa do ratinho 03/06/2013 :







fontes:

domingo, 6 de maio de 2012

ZUMB´s desmistificando o Mito





Documentário A Verdade por trás dos zumbis (The Truth behind zombies) mostra em um episódio de maneira muito séria a opinião de diversos especialistas a respeito de um assunto que intriga a humanidade (ou pelo menos boa parte dela), Zumbis. No documentário podemos ver dados científicos e a opinião dos especialistas, sobre a possibilidade do dia Z acontecer


creditos a : 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SUPER População é um Mito

7 bilhões podem viver num território do tamanho 

do Texas!



A elite quer que você não tenha filhos e leve uma vida cheia de privações porque ela sente que você é uma ameaça ao modo de vida dela.

A mitológica ideia inventada pelo vigário (isso não lembra do conto do vigário?) Thomas Malthus, em 1798, de que a população mundial atingiria um pico numérico que conduziria o planeta a um colapso devido à falta de alimentos, e que por este motivo os pobres deveriam ser exterminados para que não perecessem de fome e não ameaçassem a sobrevivência da espécie humana, está sendo retomada em nosso tempo por nomes da comunidade acadêmica como Paul Ehrlich e John P. Holdren, sendo que este último é o atual diretor de Ciência e Tecnologia da Casa Branca.




a África poderia alimentar o mundo todo sozinha!





E hoje há comida de sobra para que todos tenham uma alimentação saudável




creditos: BrasiLIndomaveL

segunda-feira, 21 de março de 2011

Lendas & Mitos iNDiGENAS

As lendas indígenas são histórias fantásticas cheias de mistério sobrenatural.

Nas nações indígenas essas histórias são muito importantes, possuem o poder de doutrinar os índios jovens e arredios. Algumas dessas histórias foram criadas a partir de fatos verídicos, acontecidos nas regiões onde viveram seus heróis antepassados, que se sobressaíram dentre os membros de sua tribo, pelo poder, beleza, bondade, caridade, ou outros feitos, e tornaram-se encantados.
Outras referem-se à flora e fauna da região, pois segundo suas crenças, tanto as plantas como os animais, os rios, os igarapés, os lagos, as cachoeiras e o mar, possuem os seus protetores que exigem respeito e inspiram temor.


Caipora


É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.
É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes. Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É muito poderoso e forte.
Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis ele é o Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.
Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante".
Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores. De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, caso o encontre.
Nomes comuns: Caipora, Curupira, Pai do Mato, Mãe do Mato, Caiçara, Caapora, Anhanga, etc.

Origem Provável:
É oriundo da Mitologia Tupi, e os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando da época do descobrimento, depois tornou-se comum em todo País, sendo junto com o Saci, os campeões de popularidade. Entre o Tupis-Guaranis, existia uma outra variedade de Caipora, chamada Anhanga, um ser maligno que causava doenças ou matava os índios. Existem entidades semelhantes entre quase todos os indígenas das américas Latina e Central. Em El Salvador, El Cipitío, é um espiríto tanto da floresta quanto urbano, que também tem as mesmos atibutos do Caipora. Ou seja pés invertidos, capacidade de desorientar as pessoas, etc. Mas, este El Cipitío, gosta mesmo é de seduzir as mulheres.
Conforme a região, ele pode ser uma mulher de uma perna só que anda pulando, ou uma criança de um pé só, redondo, ou um homem gigante montado num porco do mato, e seguido por um cachorro chamado Papa-mel.
Também, dizem que ele tem o poder de ressuscitar animais mortos e que ele é o pai do moleque Saci Pererê.
Há uma versão que diz que o Caipora, como castigo, transforma os filhos e mulher do caçador mau, em caça, para que este os mate sem saber.
Matinta Perêra
 
A Matinta Perêra é uma ave de vida misteriosa e cujo assobio nunca se sabe de onde vem. Dizem que ela é o Saci Pererê em uma de suas formas. Também assume a forma de uma velha vestida de preto, com o rosto parcialmente coberto. Prefere sair nas noites escuras, sem lua. Quando vê alguma pessoa sózinha, ela dá um assobio ou grito estridente, cujo som lembra a palavra: "Matinta Perêra..."
Para os índios Tupinambás esta ave, era a mensageira das coisas do outro mundo, e que trazia notícias dos parentes mortos. Era chamada de Matintaperera.
Para se descobrir quem é a Matinta Perêra, a pessoa ao ouvir o seu grito ou assobio deve convidá-la para vir à sua casa pela manhã para tomar café.
No dia seguinte, a primeira pessoa que chegar pedindo café ou fumo é a Matinta Perêra. Acredita-se que ela, possua poderes sobrenaturais e que seus feitiços possam causar dores ou doenças nas pessoas.
Nomes comuns: Matinta Pereira, Saia-Dela (Pernambuco), Matinta.

Origem Provável:
Mito que ocorre no Sul, Centro e Norte e Nordeste do Brasil. Para alguns, é uma variação da lenda do Saci.
Na região Norte, a Matinta Perêra, seria um pequeno índio, com uma perna só e com um gorro vermelho na cabeça, semelhante ao Saci, que só anda acompanhado por uma velha muito feia.
Esta é provávelmente uma adaptação da lenda do Saci. Inclusive o passáro no qual ela se transforma chamada Matiapererê, que além de ser preta tem o costume de andar pulando numa perna só, é a mesma que entre os Tupinambás, com o tempo se transformou no moleque Saci.

creditos:  Forasteiro LUTO

quarta-feira, 2 de março de 2011

GiGANTES Mistérios e Mitos

Esse Documenário fala sobre os nossos super antepassados, que seria uma raça de gigantes, os famosos Annunaki ou Titã ou Anakin, são muitos os nomes, e também fala de abdução alienígena atual e de antigamente, vale a pena ver.



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creditos:

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mitos populares sobre ROSWELL


Timothy Printy, julho 2002, traduzido com sua gentil permissão


Ao longo do tempo em que tenho lido sobre Roswell na Internet, percebi muitos dos mitos de Roswell sendo perpetuados. Estes mitos são produzidos freqüentemente pela repetição incorreta e inexata de histórias por outros indivíduos. Outros métodos de produzir os mitos populares sobre Roswell são as testemunhas da "segunda onda" elaborando sobre histórias contadas por algumas das testemunhas oculares iniciais. Se olharmos para os primeiros registros e entrevistas poderemos ver que os mitos populares são simplesmente mitos e não têm nenhuma base na realidade. 
Mito 1: A Força Aérea do Exército de Roswell informou que tinha recuperado um disco voador acidentado  Pode-se traçar a origem deste mito de volta aos relatos originais sobre o caso. Porém, a nota à imprensa de fato só anuncia que a RAAF recuperou um disco voador acidentado [crashed flying disc] e não um "disco" [saucer] ou uma "espaçonave". Em julho de 1947 nem mesmo a USAAF tinha muita idéia sobre qual era exatamente a definição de um "disco voador" [flying disc]. 
Mito 2: Havia vigas metálicas em I nos destroços com hieróglifos roxos em relevo.
Isto vem das lembranças de Jesse Marcel Jr. sobre os materiais que ele segurou quando o pai dele os trouxe para casa ao redor das 2 da manhã do dia 8 de julho. Isto foi reforçado pelas lembranças do pai dele de figuras roxas nas vigas. Porém, Jesse Pai nunca declarou que havia vigas em formato de I nos destroços. Na realidade, em uma entrevista com Linda Corley ele declarou, "Jesse não disse direito para começar… Ele disse que elas se pareciam com vigas em I. Mas não eram… " (Pflock 163) 
Adicionalmente, a escritura roxa nas vigas não estava em relevo quando as primeiras declarações foram feitas. Jesse Jr. originalmente declarou em The Roswell Incident que as marcas estavam "impressas ao longo da extremidade" (Berlitz e Moore 79) e seu pai declarou que as marcas "pareciam que tinham sido pintadas" (Berlitz e Moore 72-73). O fato de que elas estavam em relevo é algo que foi adicionado depois em recontagens da história. 
Mito 3: Havia um enorme rastro na terra na fazenda Foster apontando para o segundo local do acidente (para sudeste).  O início deste mito está em The Roswell Incident. Foi o livro UFO Crash at Roswell que somou informação nova e a fundou nas declarações de Bill Brazel. Porém, declarações feitas por Jesse Marcel Sr. contradizem isto: 
O que quer que fosse devia ter explodido no ar sobre o nível do chão. Tinha se desintegrado antes de atingir o chão. Os destroços estavam espalhados em uma área de cerca de três quartos de milha e com centenas de pés de largura. (Berlitz e Moore 69) 
… nada atingiu realmente o chão, ou bateu no chão. Era algo que deve ter explodido sobre o chão e deve ter caído… se espalhando por toda parte. Assim como você explodiria algo sobre o chão e apenas cairia no chão… estava viajando de nordeste para sudoeste, estava naquele padrão, você poderia dizer onde começou e onde terminou através de como estava. (Pflock 230) 
Adicionalmente, Bill Brazel não disse nada sobre um rastro em entrevistas iniciais para The Roswell Incident. Acrescente a isto comentários de Sheridan Cavitt e Bessie Brazel que corroboram as declarações feitas por Jesse Marcel Pai de que não havia nenhuma marca no chão 
Mito 4: O campo de escombros era grande e denso.  Isto vem de Jesse Marcel Pai e então esticado por UFOlogistas. Porém, Marcel pai não disse que o campo de escombros era denso. Ele usou a descrição da densidade sempre como "espalhado". Note que ele não usa termos como densamente distribuído ou material a cada poucos pés. O termo "espalhado" pode ser interpretado de muitas maneiras. De forma interessante, Mack Brazel em sua entrevista no Roswell Daily Record também usou esta descrição. O tamanho do campo de escombros varia entre testemunhas. Jesse declarou que estava em uma área de aproximadamente 3/4 milhas de comprimento e Mack/Bessie Brazel descreveram o campo de escombros como menos de um quinto deste tamanho. 
Mito 5: Algum do metal poderia ser dobrado e imediatamente voltava à forma original.
A origem desta descrição pode ser localizada de volta ao testemunho original de Bill Brazel em The Roswell Incident. Jesse Marcel Jr. nunca descreveu tais propriedades e ele não se lembra de seu pai mostrar isto a ele. Em suas entrevistas, Jesse Marcel Pai também não descreve isto especificamente. Ele falou sobre artigos inquebráveis e coisas que não podiam ser marcadas ou dobradas. Testemunhas Roswell posteriores elaborariam esta descrição. Quando entrevistado em 1997, Bill Brazel clarificou os comentários dele sobre o material voltando à sua forma original, "Levava algum tempo para fazer isto contudo" (Rodden 31). A idéia de que poderia ser dobrado em uma bola e imediatamente retornaria à sua forma original é refutada dada esta informação. 
Mito 6: Corpos alienígenas foram encontrados
Isto é o que se esperaria em um acidente de espaçonave e The Roswell Incident começou esta crença fornecendo o testemunho de segunda mão em torno de Barney Barnett. Este testemunho foi posteriormente rejeitado. Porém, Jesse Marcel pai negou ter visto alguma vez qualquer corpo alienígena quando perguntado por Linda Corley em 1981. É difícil acreditar que Marcel não teria nenhum conhecimento desta parte da recuperação. 
Mito 7: A nave foi atingida por um raio
Originalmente insinuado por Bill Brazel em The Roswell Incident. Isto foi descrito depois por Frank Kaufmann. Porém, pesquisa em registros meteorológicos não mostra nenhum temporal severo na área durante o tempo em questão. Não há nenhuma evidência, além das palavras de alguns indivíduos, de que um raio fez a nave se acidentar. 
Mito 8: O material era inquebrável
Isto foi apresentado por Jesse Marcel pai e outros no livro The Roswell Incident. O teste de "marreta" nunca foi visto por Jesse. Ele estava muito ocupado fazendo outras coisas e apenas sugeriu que isto tinha sido tentado por alguns soldados do exército não identificados. Fica-se imaginando como um metal tão inacreditavelmente forte poderia se quebrar em milhares de pedaços, a maioria deles menor que um metro. Um acidente de avião, que usa metais normais, não se desintegra desta maneira especialmente quando explode no ar. 
Mito 9: Ameaças foram feitas por pessoal militar a civis.
Feito pelas testemunhas de segunda geração a todo caso Roswell. Outras declarações eram de que o exército passou por agências de notícias para levar embora evidência da nota de imprensa. Ninguém nunca veio a público declarando que era um dos indivíduos que ameaçaram as pessoas e ninguém pôde encontrar os indivíduos no anuário de Roswell como os culpados. As histórias de uma "varredura" também estão baseadas na declaração de uma pessoa. Frank Joyce menciona isto, mas então mostra cópias da notícia da AP exibindo a história como ocorreu. Por que estas não f
oram levadas pela "varredura"? Outros que operaram empresas de mídia em Roswell não relataram tal ação. 
Mito 10: Enormes medidas de segurança foram tomadas para proteger a recuperação do disco  Apresentado como fato por todos os livros, não há nenhum registro de tal atividade encontrado em qualquer registro ou documento da época. Isto inclui a história da RAAF e relatórios de manhã da base. A maioria das histórias contadas por testemunhas não é confirmada e só pode ser tomada por seu valor de face. 
Mito 11: Há centenas de testemunhas oculares aos eventos em Roswell
Autores de livros pró-quedas de discos alegam ter entrevistado centenas de testemunhas, mas quando examinamos de perto o número testemunhas apresentado rapidamente diminui. Entrevistar centenas de testemunhas e o número de fato de testemunhas dos eventos são duas coisas diferentes. De acordo com Karl Pflock, há apenas 41 indivíduos em registro que foram testemunhas de fato dos eventos em questão. Destas, apenas 23 podem ser consideradas como realmente tendo entrado em contato com os escombros e só 7 delas realmente afirmam ter visto propriedades incomuns nestes escombros. Muitas das 41 testemunhas que Karl lista nem mesmo foram entrevistadas. 
Mito 12: Mack Brazel foi treinado para fornecer a descrição que ele deu ao Roswell Daily Record.
Isto foi apresentado por autores de livros quando ficou óbvio que as palavras de Mack Brazel eram muito prejudiciais a eles. Bill Rickett é a fonte de uma declaração de que Mack estava sendo treinado e o Reitor Marshall declarou que Brazel era um convidado na base durante algum tempo. Porém, é preciso examinar o que é conhecido sobre o paradeiro de Brazel durante o tempo entre Jesse Marcel pai deixar a fazenda e a chegada de Mack 24 horas depois no Roswell Daily Record. Lendo o artigo, pode-se ver que Brazel estava na companhia de Walt Whitmore Sr. Testemunho adicional por Walter Haut, Jud Roberts e Walt Whitmore Jr todos confirmam que Walt Whitmore Sr tinha trazido Mack para a cidade e tinha hospedado Mack em sua casa. Se Mack estava com Walt Whitmore Sr durante este período de tempo, como foi possível que o exército treinasse Mack Brazel para dizer o que disse? 
Mito 13: A mensagem na mão do general Ramey descreve as "vítimas" do acidente.
Uma palavra encontrada na mensagem que vagamente se parece com "vítimas" [victims] é apresentada por vários UFOlogistas para mostrar que havia um acidente de uma nave alienígena. A mensagem não é nada clara e a interpretação pode ser altamente subjetiva. Por exemplo, outra interpretação poderia ser não "vítimas", mas "restos" [remains]. Todas as letras estão muito borradas e algumas não estão nada claras. Quando Kevin Randle sujeitou a mensagem a inspeção visual por um grupo isento de observadores que não sabiam nada sobre a origem da mensagem, ninguém disse ver a palavra "vítimas". Ele concluiu, "O ponto real aqui, porém, é que a palavra "Vítimas" não é claramente legível a aqueles que não foram informados de que ela aparece no memorando, ou instruídos para onde olhar" (Randle). Apesar desta experiência, UFOlogistas continuam repetindo que a mensagem definitivamente descreve "vítimas" como uma certeza, o que não é o caso. 
Estes são alguns dos mitos mais populares que pairam por aí. Quando se olha minuciosamente para o caso Roswell, fica rapidamente aparente que não há nenhuma evidência "irrefutável". Não há nenhum corpo, nenhuma nave acidentada e nenhum material alienígena. A história de Roswell está morta e se a UFOlogia tivesse qualquer revisão de pares [peer review] séria, teria descartado este caso há muito tempo e partido rumo a campos mais verdes.
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Trabalhos Citados  - Berlitz, Charles and William Moore. The Roswell Incident. New York: Berkley, 1988.
- Pflock, Karl. Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe. Amherst: Prometheus, 2001
- Randle, Kevin. " Re: Last Nights Tragedy." 27 June 2002. UFO Updates Mailing List. Online posting. Available WWW: http://www.virtuallystrange.net/ufo/updates/2002/jun/m17-015.shtml
- Rodden, Jack. "The Ranchers Son." UFO Magazine and Phenomena Report November, 1998: 30-31.

creditos: http://www.ceticismoaberto.com/ufologia/2060/mitos-populares-sobre-roswell
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