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sexta-feira, 8 de junho de 2012

alguns IDIOMAS/ALFABETOS extintos !

Enoch - O alfabeto Enochiano apareceu primeiramente durante o século 16. Diz a lenda que o alfabeto e a língua de Enoque foram transmitidos pelos anjos, segue abaixo tal alfabeto:

Grego - De origem semítica, provem directamente do fenício arcaico. Todavia, ao adoptar este alfabeto, os gregos procederam a modificações importantes: fizeram-no regressar a uma escrita realizada da esquerda para a direita, transformando as vogais em letras especiais.
Fixado desde o prncípio do séc. V a.c., impôs-se a todo o mundo helénico pelo prestígio da cilização ática, sem sofrer grandes alteraçãoes.

Runico(Runas) - Do germânico runo, que significa secreto, aplica-se aos caracteres que os povos germânicos utilizaram antes da sua conversão ao cristianismo.
As Runas, quase todas gravadas sobre rochas ou túmulos, nunca serviram na prática literária. Cairam em desuso na Alemanha no séc. VIII e em Inglaterra no séc. X, logo que estes povos aderiram ao cristianismo e adoptaram a escrita latina. Manteve-se na Escandinávia até ao séc. XIV, podendo-se encontrar, em algumas províncias suecas, ainda no início do séc.XX, camponeses que sabiam ler as runas locais. Este alfabeto que deriva de uma mistura de letras gregas e latinas, parece ter sido inventado no início do séc.III d.c. pelos Godos instalados na costa Nordeste do Mar do Norte, na junção da civilização helénica com a romana.

Ogham - Ogham foi criado na Irlanda meridional, ao redor do começo da era Cristã, aproximadamente 500 a.C. Como foi inventado é um mistério mas alguns estudiosos acreditam que era baseado no entalha usado para contar o número das ovelhas ou gado em um rebanho. Ogham é escrito criando entalha na extremidade de uma pedra ou pedaço de madeira. As maiorias das inscrições escritas no alfabeto ogham são comemorativas em natureza.A maioria das inscrições de ogham podem ser encontradas na Irlanda e na Escócia, por um menos grau também podem ser achadas em Cornualha e no País Gales onde foram criadas pelos colonizadores ou invasores irlandeses que vieram para a Inglaterra em cera de 700 d.C. Inscrições em Cornualha e no País de Gales freqüentemente foram acompanhadas por inscrições latinas bilíngües.

Hieroglífos - foi utilizada no Egipto desde o séc. V a.c. ao séc. IV da nossa era. Na origem, cada signo reproduzia directa ou indirectamnete o objecto evocado, mas cedo os signos adquiriram um valor fonético que se sobrepôs ao valor ideográfico, sem contudo o substituir. Os hieróglifos serviam tanto as tradições profanas como sagradas tendo sido gravados em baixos ou altos relevos sobre uma matéria dura (pedra, madeira ou metal).

Tebano - A primeira notícia que nós temos no alfabeto do tebano é em um livro de Cornelio Agrippa em 1521, mas acredita-se que é muito mais antigo e implícito quanto indica Agrippa. A ausência de U/J/W sugere que o alfabeto do tebano está originado como uma figura latina antes do século XI e o W foi introduzido antes do século XV junto ao U e ao J. A origem das letras é misteriosa. O alfabeto do tebano parece ser ter alcançado os Wiccanos através de Gardner, que o reinventou.Atualmente é associado á religião Wicca e frequentemente é definido como "alfabeto das bruxas". O alfabeto do tebano é usado sempre para registos de talismãs e fórmulas mágicas; muitas bruxas usam-no a fim escrever seu nome no grimorio.A maior parte dos Wiccanos reconhece o alfabeto de Tebano, mas saber lê-lo normalmente é muito pouco comum.

Avestan - Idioma primo do Sâncrito, utilizada na antiga Pérsia, por Zoroastro em sua religião(Zoroastrismo).

Etrusco - Idioma utilizado entre os séculos VII e II a.c. por um povo cuja língua é de origem desconhecida e de difícil tradução. A civilização etrusca, formada na Toscânia, atingiu o seu apogeu no séc. V, sofrendo o seu declínio entre os séculos IV e I a.c., na sequência das invasões gaulesas e das conquistas romanas.
Apesar desta língua não poder ser fielmente catálogada na família indo-europeia ou pré-indo-europeia, nem em nenhuma outra família linguística até agora reconhecida, o seu alfabeto é semelhante a um alfabeto grego primitivo utilizado pelos Dórios da Sicília. As condições desta transmissão não foram até hoje esclarecidas.

Aramaico - O Aramaico é um idioma semítico falado desde 2000 A.C. no Arã e Síria, ele consiste em um grupo quase que totalmente extinto de dialetos semíticos originários do hebraico. Hoje é muito dificíl encontrar alguém que conheça aramaico.

Hebraico - Hebraico, é a língua oficial de Israel. O hebraico era a língua dos judeus adiantados, mas saiu de uso e foi substituído por Aramaico aproximadamente há 2.500 anos atrás. Hoje aproximadamente 5 milhão de pessoas falam o hebraico.


creditos a :

quarta-feira, 2 de março de 2011

Estudo alerta para possibilidade de extinção em massa na Terra

A raça humana pode ter provocado a sexta onda de extinções em massa na Terra, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira pela revista Nature. Ao longo dos últimos 540 milhões de anos, cinco extinções em massa de espécies foram causadas por fenômenos naturais.
As novas ameaças, entretanto, são fruto da ação humana: a redução dos hábitats, a caça e pesca excessivas, a disseminação de germes e vírus, a introdução de espécies e as mudanças climáticas provocadas pela emissão de gases causadores do efeito estufa.
Evidências coletadas em fósseis sugerem que, nas cinco grandes extinções anteriores, 75% de todas as espécies animais simplesmente desapareceram.
Paleobiólogos da Universidade da Califórnia em Berkeley estudaram a situação da biodiversidade nos dias de hoje, utilizando como barômetro as espécies de mamíferos. Até a grande expansão da humanidade, há cerca de 500 anos, a extinção de mamíferos era muito rara: em média, apenas duas espécies pereciam a cada milhão de anos.
Nos últimos cinco séculos, entretanto, pelo menos 80 das 5.570 espécies conhecidas de mamíferos foram extintas, um claro sinal de alarme para os riscos à biodiversidade.

 
 "Parece que os níveis modernos de extinção se assemelham ao patamar registrado pelas extinções em massa, mesmo depois do nível mínimo para definir uma extinção em massa ter sido ampliado",
disse o pesquisador Anthony Barnosky.
 
 
Este cenário torna-se ainda mais assustador com a quantidade de mamíferos incluídos nas categorias "risco crítico" e "ameaça" da Lista Vermelha da biodiversidade, atualizada pela União Internacional pela Preservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
Na hipótese de todas estas espécies terminarem extintas sem que a redução da biodiversidade seja combatida, "a sexta extinção em massa pode chegar dentro de pouco tempo, daqui a entre três e 22 séculos", afirmou Barnosky. 


Ondas de extinção


Comparada às outras cinco grandes, esta seria a mais rápida extinção em massa já documentada. Quatro destas ondas de extinção ocorreram num lapso estimado de centenas de milhares e até milhões de anos, e foram causadas principalmente por aquecimento ou resfriamento global provocados naturalmente.
A extinção mais abrupta já estudada pela ciência aconteceu no fim do período Cretáceo, há cerca de 65 milhões de anos, quando um cometa ou asteróide caiu sobre a península de Yucatán, no atual México, provocando tempestades de fogo cujas cinzas resfriaram o planeta. Os cientistas estimam que este evento tenha sido responsável pela extinção de 76% das espécies que habitavam a terra, incluindo os dinossauros.

 
Incertezas


Os autores do estudo, entretanto, admitem algumas fraquezas de seu trabalho. Eles reconhecem, por exemplo, que os registros fósseis disponíveis são pouco completos, e que os mamíferos são um marco referencial imperfeito para medir a biodiversidade da Terra. Além disso, estimam que serão necessários estudos mais profundos para confirmar sua hipótese.
Por outro lado, os próprios pesquisadores indicam que suas estimativas são conservadoras, e alertam que uma extinção em grande escala teria um impacto inimaginável sobre a vida humana.

"A recuperação da biodiversidade (após uma extinção em massa) não ocorrerá dentro de um período de tempo familiar às pessoas", afirma o estudo.

"A evolução de novas espécies geralmente leva pelo menos centenas de milhares de anos, e a recuperação de episódios de extinção em massa provavelmente acontece em uma escala de tempo que engloba milhões de anos".
Mesmo assim, os pesquisadores apontam que ainda é possível ter esperança. "Até agora, apenas 1 ou 2% de todas as espécies foram extintas nos grupos que conhecemos claramente, então estes números indicam que não estamos tão avançados assim na estrada para a extinção. Ainda temos muita biodiversidade para salvar", indicou Barnosky.
Mesmo assim, "é muito importante que dediquemos recursos e adotemos leis e normas para proteger as espécies, se não quisermos ser a espécie cujas atividades provocou uma extinção em massa". Até hoje, 1,9 milhão de espécies foram identificadas e documentadas pela ciência, entre 16.000 e 18.000 - a maioria, seres microscópicos - são descobertas a cada ano.

 
 
creditos:  terra.com


quarta-feira, 12 de maio de 2010

O Efeito Nostradamus - Extinção Em 2012

Por acaso uma Antiga cultura centro-americana teria previsto que o mundo acabaria em um violento Apocalipse no dia 21 de dezembro de 2012? Os Maias criaram um elaborado calendário astronômico que termina abruptamente nesta data. Nesse dia acontece o equinócio de inverno, mas além disso coincide com um raro alinhamento galáctico que só ocorre uma vez em cada 26.000 anos. O que os Maias acreditavam que aconteceria neste dia?


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creditos: nibiruzinho
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