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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 29 de junho de 2012
i-Doser 4.5 + Todas as Doses {Incluindo as Novas}
Estimule suas ondas cerebrais com um programa que supostamente influencia sua mente com sons.
O I-doser é um software que simula os efeitos de diversas drogas no ser humano, utilizando a técnica conhecida como binaural rainsons, emitindo sons que alteram a freqüência do cerébro.
Agora é possível ficar chapado sem gastar nada e de maneira legal.
Existe muitas de drogas que podem ser utilizadas: maconha, cocaína, ecstasy, álcool, antidepressivos, anestésicos, ópio e muitas outras. Também é possível fazer combinações entre as drogas, por exemplo, a maconha com a cocaína implicando no famoso cabral.
Para os broxas, também conhecidos por pessoas com problemas de impotência sexual, existe a dose “excite” que simula os efeitos do viagra.
Milhares de pessoas no mundo inteiro estão usando o i-doser.
I-Doser oferece uma experiência inimaginável para seus usuáros: criar sensações físicas através de sons que afetam seu cérebro, sem nenhum agente externo. O programa funciona de uma maneira muito simples, através do envio de sons que estimulam seu cérebro, elevando ou baixando suas ondas cerebrais até determinada freqüência que gere o efeito desejado.
Desde o século 19 é conhecido que nosso cérebro emite determinadas ondas cerebrais, e dependendo da freqüência dessas ondas, nosso comportamento e percepções do ambiente mudam por completo. Um exemplo clássico disso são as experiências místicas que praticantes de meditação afirmam atingir ao baixar, através da concentração, sua vibração cerebral para o estado conhecido como Theta, onde seu cérebro atinge de 0,1 a 3 ciclos por segundo.
Utilizando esse conhecimento, o software promete gerar determinadas experiências aos seus usuários, de acordo com a função da dose utilizada por ele. Na versão demonstrativa, o programa acompanha uma dose de café matinal — que eleva sua vibração cerebral para 14 ciclos por segundo, o estado onde nosso cérebro está em estado de alerta — e uma dose intitulada “sleeping angel”, que segundo os desenvolvedores, simularia o mesmo que tomar uma dose do princípio-ativo Diazepam, conhecido comercialmente como Valium. Outras doses estão disponíveis a venda no site do desenvolvedor.
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domingo, 6 de maio de 2012
o efeito da Música em Pacientes VEGETATIVOS.
Música clássica é capaz de mudar a taxa de batimentos cardíacos tanto em pessoas saudáveis quanto em pacientes em estado vegetativo, sugerindo que ela pode afetar os sistemas neurais da emoção mesmo quando o pensamento consciente está ausente.
Francesco Riganello e sua equipe, do Instituto Santa Anna, em Crotone, Itália, tocaram quatro músicas clássicas para 16 voluntários saudáveis enquanto mediam seus batimentos cardíacos. A equipe repetiu o experimento com 9 pacientes em estado vegetativo. Os pesquisadores também pediram aos voluntários saudáveis para descrever as emoções que sentiam enquanto escutavam as músicas.
As peças, de três minutos cada uma e de diferentes compositores, foram escolhidas devido a seus diferentes ritmos, fator que produz emoções tanto positivas e quanto negativas.
Riganello descobriu que a música afetou a taxa de batimentos cardíacos da mesma forma nos dois grupos. Músicas consideradas "positivas" pelos voluntários saudáveis,
diminuíram a taxa de batimentos cardíacos, enquanto músicas "negativas",
Uma pessoa está em estado vegetativo quando não apresenta nenhuma resposta comportamental visível a estímulos externos.
"Em geral, acredita-se que pacientes vegetativos estão isolados do mundo externo, mas essa ideia pode estar incorreta", diz Riganello.
Padrões cardíacos observados em pessoas saudáveis ao escutar a música de Boccherini em estudos anteriores indicam que os pacientes ficavam mais relaxados. Riganello sugere que algo semelhante poderia estar acontecendo em pacientes em estado vegetativo.
Ele acredita que a reação se origina em regiões inferiores do cérebro, como os sistemas límbico e paralímbico, que controlam emoções e respostas autônomas e podem permanecer ativos mesmo depois de lesões cerebrais extensas.
Segundo Ashley Craig, um neurocientista da Universidade de Sidney, na Austrália, o estudo é interessante, mas não mostra que pacientes em estado vegetativo sentem emoções como pessoas saudáveis. Embora as funções automáticas do cérebro estejam funcionando, isso é diferente dos processos cognitivos de alto nível necessários para a experiência consciente de emoções, afirmou.
O estudo foi publicado no periódico "Clinical Neurophysiology"
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