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terça-feira, 18 de março de 2014

a NÃO existência de 1Deuz por Jeffrey LioneL DahmeR








Jeffrey Lionel Dahmer (21 de Maio 1960 – 28 de Novembro de 1994) foi um serial killer americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre os anos de 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupronecrofilia e canibalismo. Já foi inspiração de vários artistas, como as bandas de metal SlayerSoulfly e Macabre. As duas primeiras fizeram músicas sobre a história de Dahmer: "213" do Slayer, e "Jeffrey Dahmer" do Soulfly. Já o Macabre lançou "Dahmer", um disco completo com 26 músicas abordando a história do serial killer. Seu nome é citado na música "Lil Drummer Boy" da rapper americana Lil' Kim, assim como em "Cannibal" da cantora americana Ke$ha e também no single "Dark Horse" de Katy Perry.
Em 2007, 2009 e 2010 foi retratado no cinema nos filmes "Assassinato no Apartamento 213","Dahmer" e no documentário "Jeff, O Assassino".

Infância e adolescência



Dahmer nasceu em MilwaukeeWisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, onde estudou na Revere High School. Lá Dahmer jogava tênis e tocava clarinete. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Muitos de seus colegas o descreviam como "estranho" e "bizarro" por causa das constantes brincadeiras que cometia. Tudo parte de uma tentativa de Dahmer de se entrosar entre os colegas, algo em vão. Aos 15 anos seus poucos colegas perceberam que Dahmer era alcoólatra, em entrevista a Philips no ano de sua morte, confirmou que seus desejos e fantasias assassinas começaram nessa época, não por causa do alcoolismo, Jeffrey bebia para poder esquecer o que pensava.
Após formar-se no ensino médio, foi abandonado por sua mãe em BathOhio. Foi deixado, então, sem comida, sem dinheiro e com uma geladeira quebrada com apenas 18 anos. Estudou durante três meses na Universidade do Estado de Ohio, mas largou a universidade após 3 meses de bebedeiras. Foi então numa noite de Junho de 1978 que Dahmer cometeu seu primeiro assassinato.
O pai de Dahmer então o fez entrar no Exército, lugar que que pode aprender sobre a anatomia humana e se interessar mais á fundo, deveria servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981, deram-lhe uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer revelou mais tarde à polícia que não conseguiria ver seu pai, então foi para Miami BeachFlorida porque estava "cansado do frio".
Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto deste ano, foi detido por expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.
No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.
Em 25 de Setembro de 1988, foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi liberto. Pouco depois começou uma onda de crimes, matando quase uma pessoa por semana, que só terminaram em 1991.

Homicídios


Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando pelo ânus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse à polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido “os amantes”).
No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).

Prisão


Em 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas. Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia, conduzindo-a até ao apartamento de Dahmer. Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um policial subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário. Dahmer foi acusado de praticar necrofiliacanibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zumbis".

Julgamento


Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15. As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa dehomicídio de Edwards. O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade. O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão. Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.

Prisão e morte


Dahmer cumpriu a pena na Instituição Penal Columbia em PortageWisconsin, onde se tornou cristão. Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo pai. Roy Ratcliff, umpastor local, concordou em batizá-lo.
Depois de assistir a um culto na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer teve apenas feridas superficiais.
Em 28 de novembro de 1994, Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até a morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico (afirmava receber visões do além e que uma delas lhe teria ordenado a assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital devido a váriostraumas na cabeça.
apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vazio. Existem planos para transformá-lo num jardim em memória às vítimas.
Em 1994, Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel mora com a mulher em Medina County, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey apesar dos seus crimes. A banda de thrash metal Slayer fez uma música sobre a história de Dahmer cujo nome é "213".

fonte do texto:
wikipedia.org




terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ateus e Agnósticos "ALIENADOS"



E aew meu Povo e minha Pova... estou saindo um pouco fora da rotina e vou postar um tipo de Postagem que NÃO sou muito fã , porem percebi que essa vale apena ser RE-Postado aqui , então vamos Lá 


essa Postagem vai focar especificamente em uma POSTAGEM sobre o CRISTIANISMO e a Era Hitler publicada nas midias dos " Ateus e Agnósticos do Brasil " segue a postagem :


Igreja Católica apoiou o Nazismo e o Fascismo.
(F)
Pelo Tratado de Latrão, de 1929, a batina preta confraternizou-se com a camisa negra. Em troca de aproxidamente 750 milhões de liras – o “empréstimo da conciliação”-, o referente Papado reconheceu o regime deo ditador Mussolini. A mão que abençoava os cristãos apertou a mão de quem sufocava toda a liberdade italiana.

A Igreja Católica apressou-se em suprimir da política italiana, o seu Partito Popolare, e todas as diversas demais organizações latólicas que poderiam atrapalhar ou icausar impecilho durante a implantação do regime de partido único na Itália.

Quando Hitler assumiu o poder em 1933, foi o próprio Papa Pacelli quem supervisionou os termos da concordata, assinada em 20 de julho de 1933, redigidos pelo então, Monsenhor Gröber, o “bispo nazista”(der braune Bischof), de Fribourg, que, a pretexto de garantir seguranças aos católicos, tirou o Führer dos nazistas do isolamento diplomático em que se encontrava nos primeiros momentos da sua ascensão.

O papa Pio XII, que dispunha da única rádio independente em toda a Europa ocupada, jamais alçou-se em fazer sequer uma denúncia pública das atrocidades que os nazistas estavam cometendo. Na reunião do Lago de Wansee, ocorrida na periferia de Berlim em janeiro de 1942, como se sabe, os altos hierarcas do partido e do governo comprometeram-se a conjugar esforços para executar a Endlösung, a Solução Final, gazeando toda a população judaica européia (calculada em 11 milhões).

O máximo que obteve-se de Sua Santidade foi uma alocução, no Natal de 1942, na qual, sem especificar quem eram as vítimas, apontou “as centenas e os milhares que, sem falta ou culpa alguma, talvez apenas em razão da sua nacionalidade ou raça, foram marcados pela morte e pela progressiva extinção.”

O estranho argumento dos defensores do mutismo pacellista era de que se o Sumo Pontífice delatasse os crimes, os nazistas, em represália, poderiam aumentar o número dos imolados, tornado o sofrimento ainda maior! Alegam ainda, como fez o historiador Christopher Browning, que é uma ingenuidade pensar-se que o papa pudesse, em qualquer momento, deter o genocídio que, em sua maior parte, deu-se bem longe da Itália, vitimando ciganos, judeus poloneses e russos, e prisioneiros soviéticos.

Raciocínio que nos leva a concluir que o sentimento de solidariedade cristã e indignação humana contra os assassinatos em massa está limitado pela geografia! Ninguém, é bom lembrar, considera a Cúria Papal um exército, nem vê o papa como um general a quem se recorre para complicadas operações de salvamento e resgate, mas sim acredita ser a Igreja Católica uma força ética e uma reserva moral do Ocidente, de quem espera-se que aja em favor das vítimas justo nesses momentos terríveis.

por : Ateus e Agnósticos do Brasil



SIM a postagem é interessante e BEM impactante , apesar que por minha parte esses fatos NÃO são novidades, porem ... a postagem tem muitos erros , principalmente afirmações distorcidas e manipuladas, eu ia postar uma Resp. corrigindo algumas afirmações e colocando as informações que faltaram ou foram omitidas pelos publicadores, mais logo em seguida ao descer a barra de rolagem para realizar o mesmo, me deparei com uma Resp. com um resumo BEM simples e interessante do´qual me familiarizei , pois é BEM parecido com a mesma Resp. que eu ia dar, só contem o fato de estar Resumida... segue :


Algumas considerações de uma pessoa ateia, que não gosta da ICAR mas que gosta de fatos. Em 1933 Pacelli ainda não era papa e sim Cardeal Secretário de Estado. Na foto acima, aparece o Cardeal Orsenigo que era núncio apostólico na Alemanha nessa época, sendo natural que ele aparecesse em fotos oficiais com os ditadores de plantão ( disse isso para explicar o contexto da foto). De resto concordo o texto, onde é mencionado que a ICAR não moveu um unico dedo para se posicionar com relação ao que acontecia na Europa. Muitos nem sabe mas houve um terror muito grande tambem na Croácia sendo que a ICAR também fecham os olhos para a questão. Recomendo um ótimo livro chamado Ö Papa de Hitler" que conta toda a vida de Pacelli , inclusive essa passagem nebulosa da relação ICAR/Fascismo/Nazismo.






POR´QUE fiz essa postagem ?
Resp:
para mostrar como informações manipuladas tambem rolam no meio das "Midias" ateistas e Agnósticas , e tambem para que os leitores dessa postagem sintam VONTADE e interesse de ir atras e descobrir os verdadeiros motivos que levaram a igreja Catolica ingressar e abaixar a cabeça na era NAZISTA, e continua até hoje abaixando a cabeça para certas "forças", pois NÃO se esqueçam... boa e grande parte da informação aprendida nas escolas do nosso BrazilZÃO são extremamente ERRÔNEAS e falsas.



ps: NÃO vou divulgar  o site ou quaisquer tipo de midia de uma "entidade" da qual se diz tão inteligente mais cometeu o erro de liberar o acesso de pseudos "genios" apenas para aumentar o numero de ass. e ficar mais conhecidas, a Ateus e Agnósticos do Brasil   ja teve seus tempos de gloria que valerão apena, mais hoje em dia  ta cada vez pior !

terça-feira, 19 de julho de 2011

Dinesh D'Souza (VS) Christopher Hitchens

Debate entre Dinesh D´Souza (Cristão) contra Christopher Hitchens (ateu).






" quando eu achar as outras partes eu posto ou se alguem tiver elas legendadas ou traduzidas, me avisa por comentario que postarei com creditos a ti . "


creditos: zeitgeistrefutado
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